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Acordo da Gol com companhia de táxi aéreo abre novo mercado em aviação

TWO FLEX PODERÁ TRANSPORTAR PASSAGEIROS DE ATÉ 109 LOCALIDADES COM MENOS DE 200 MIL HABITANTES

 

Mudanças regulatórias abriram caminho para que a Gol anuncie nas próximas semanas uma parceria com uma companhia de táxi aéreo para levar passageiros de cidades pequenas para destinos no Brasil ou no exterior.

 

Acordo com a Two Flex poderá levar passageiros de até 109 localidades com menos de 200 mil habitantes para centros atendidos pela Gol.

 

Pessoas que participaram das conversas afirmam que as cidades ainda estão sendo definidas. Nenhum voo destas cidades até um aeroporto no qual a Gol opera vai durar mais do que uma hora e meia.

 

Em nota, a Gol diz que estuda, com a Two Flex, um plano para ampliar a operação no Rio Grande do Sul.

 

As passagens serão vendidas no site da Gol, que pagará à empresa de táxi aéreo.

 

A Two Flex pertence ao empresário Rui Aquino, ex-presidente do braço de aviação executiva da TAM. Ela já opera um projeto parecido de aviação regional com o governo de Minas Gerais, conectando 20 cidades do interior ao aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte.

 

Nas conversas com o governo, a Two Flex projetou que esse modelo pode cobrir mais 330 cidades com aumento de frota para 175 aviões Cessna Caravan (hoje a empresa tem 18, com capacidade para nove passageiros) e outras 80 aeronaves para até 18 passageiros.

 

Essa estrutura permitiria o aumento em 2% do número de passageiros transportados por ano --um negócio de R$ 850 milhões em receitas.

 

Técnicos da SAC (Secretaria de Aviação Civil) e da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) estimaram que, caso haja outras empresas nesse ramo, a aviação comercial poderá crescer até 5% em passageiros embarcados por ano.

 

Por isso, os órgãos reguladores decidiram mudar as regras da aviação para aeródromos de cidades com menos de 200 mil habitantes.

 

Antes, as exigências de investimento e segurança, como equipamentos de raio X, eram tão severas que inviabilizavam operação de companhias menores.

 

Consultada, a Two Flex não quis comentar.

 

FONTE: Jornal Folha de SPaulo por Júlio Wiziack de Brasília

Quatro pequenas empresas de táxi aéreo fazem o papel da aviação regional no Brasil

Asta, Rima, Rota do Sul e Two Aviation! Na certa você pouco ouviu falar ou sequer conhece alguma dessas empresas! Pois é, são quatro empresas focadas em táxi aéreo e fretamentos que possuem Hotran registrados na ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil, para operação de rotas aéreas em caráter regular e não regular.

 

Aviação Brasil fez um levantamento sobre as quatro empresas no que diz respeito a cidades servidas, aeronaves e contato com as empresas. Veja abaixo um pouco de cada uma e notem, que operam para cidades que muitos não imaginavam!

 

A Rota do Sol Táxi Aéreo é uma empresa que opera a partir do Aeroporto Internacional de Fortaleza e está localizada no terminal de aviação geral. Possui quase 20 anos de existência e recentemente iniciou voos com hotran, às sextas-feiras, de Fortaleza para Jericoacoara, com um Embraer 110 Bandeirante, para 18 passageiros.

 

VOOS EM OPERAÇÃO:

CKP 1 decola de Fortaleza às 18h da sexta-feira, chegando em Jericoacoara às 18h50. O retorno no voo CKP 2 acontece às 19:30h chegando em Fortaleza às 20h20.

CKP 3 decola de Fortaleza às 13h da sexta-feira, chegando em Jericoacoara às 13h50. O retorno no voo CKP 4 acontece às 15h chegando em Fortaleza às 15h50.

 

COMO PLANO DE EXPANSÃO A COMPANHIA PREVÊ OS SEGUINTES VOOS:

A partir de 28 de outubro de 2018 os voos CKP 1 e CKP 2 passam a operar às quartas e domingos.

Em 27 de dezembro implantação dos voos CKP 5, às quintas-feiras, de Fortaleza para Jericoacara, decolando às 14h e chegando às 14h50 em Jeri. Retorno no voo CKP 6 decolando de Jeri às 16h e pousando às 16h50 em Fortaleza.

O valor da passagem gira em torno de R$ 420,00 por pessoa, mais taxas.

Contato através do telefone (85) 3272.3555

http://www.rotadosolaviation.com.br

 

A ASTA – América do Sul Táxi Aéreo, iniciou operações em 1995 no Mato Grosso com duas aeronaves Sêneca. Hoje opera aeronaves Cessna 208B Grand Caravan, para 9 passageiros, apenas no Estado de Mato Grosso.

 

As cidades servidas são Água Boa, Confresa, Cuiabá, Juína, Lucas do Rio Verde, Primavera do Leste, São Felix do Araguaia, Tangará da Serra e Vila Rica.

 

VOOS EM OPERAÇÃO:

AMS 17: Opera de segunda a sexta-feira. Confresa – São Felix do Araguaia – Água Boa – Cuiabá

AMS 18: Opera de segunda a sexta-feira. Cuiabá – Água Boa – Confresa – Vila Rica – Confresa

AMS 21: Opera de segunda a sexta-feira. Tangará da Serra – Cuiabá

AMS 22: Opera de segunda a sexta-feira. Cuiabá – Tangará da Serra

AMS 24: Opera de segunda a sexta-feira. Cuiabá – Juína

AMS 25: Opera de segunda a sexta-feira. Juína – Cuiabá

AMS 26: Opera de segunda a sexta-feira. Cuiabá – Primavera do Leste – Cuiabá

AMS 28: Opera de segunda a sexta-feira. Cuiabá – Lucas do Rio Verde – Cuiabá

Contato através do telefone (65) 3927-2599

http://www.voeasta.com.br

 

A RIMA – Rio Madeira Aerotáxi é uma empresa com sede em Porto Velho (RO) e atende, além desta, as cidades de Cacoal (RO), Labrea (AM), Manaus (AM) e Maués (AM) com aeronaves Cessna 208B Caravan.

 

VOOS EM OPERAÇÃO:

RIM 70: Opera de segunda a sexta-feira. Porto Velho – Labrea – Porto Velho

RIM 72: Opera às quartas-feiras. Manaus – Maués – Manaus

Contato: (69)-3225-8000

https://www.voerima.com

 

A TWO Aviation é uma das empresas mais estruturadas que conhecessemos e a que possui a maior frota em operação, são 18 Cessna 208B Caravan. Atende as seguintes cidades: Almenara, Araçuaí, Araxá, Bagé (RS), Belo Horizonte (Pampulha), Caratinga, Diamantina, Governador Valadares, Guaxupé, Ipatinga, Manhuaçu, Paracatu, Passos, Patos de Minas, Patrocínio, Piumhi, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Teófilo Otoni, Varginha e Viçosa.

 

EM 20 DE SETEMBRO ESTRÉIA AS SEGUINTES ROTAS:

OWT 5561: Rio Grande – Porto Alegre

OWT 5562/5566: Porto Alegre – Passo Fundo

OWT 5563/5567: Passo Fundo – Porto Alegre

OWT 5564: Porto Alegre – São Borja

OWT 5565: São Borja – Porto Alegre

OWT 5568/5576: Porto Alegre – Bagé

OWT 5571: Bagé – Porto Alegre

OWT 5572: Porto Alegre – Santa Rosa

OWT 5573: Santa Rosa – Porto Alegre

OWT 5574: Porto Alegre – Rivera

OWT 5575: Rivera – Porto Alegre

Contato: (11) 4582-2355

http://www.twoaviation.com.br/pt

 

Lembramos ainda que as empresas MAP Linhas Aéreas, Passaredo Transportes Aéreos e até mesmo a Azul Linhas Aéreas, operam em cidades de menor porte, porém, no nosso entendimento, sem concorrer diretamente com as quatro empresas de táxi aéreo citadas.

 

FONTE: Aviação Brasil

Táxi voador é testado com sucesso por CEO de companhia de energia

Fitzpatrick, da Ovo Energy, não é novo no mundo da tecnologia de veículos de ponta e está confiante de que sua equipe colocará seus planos em prática

 

O fundador de uma das companhias britânicas de abastecimento de energia tem uma nova empresa e pretende que ela ofereça serviços intermunicipais com táxis voadores que decolam e pousam verticalmente dentro dos próximos quatro anos. A Vertical Aerospace, que é dirigida pelo CEO Stephen Fitzpatrick e conta com ex-funcionários da Airbus e da Boeing em seu pessoal, finalizou seu primeiro voo de teste bem-sucedido com um protótipo de veículo não tripulado.

 

“Nós nos concentramos no mercado de trajetos de curta distância entre cidades”, disse ele em uma entrevista. “Esperamos que nossos veículos pilotados levem pessoas de uma cidade a outra e que decolem perto da casa delas, não necessariamente em aeroportos.”

 

A empresa de Fitzpatrick, que ele mesmo financiou, não é o único participante da corrida global para produzir veículos de decolagem e pouso verticais, e muitos dos concorrentes têm uma vantagem inicial maior. Um estudo da Deloitte publicado em janeiro descreveu a pesquisa e prototipagem de drones de passageiros e carros voadores que remontam ao início dos anos 1980, e quase todos ainda não estão em produção.

 

A Airbus e a Boeing têm planos bem avançados para os táxis voadores, e o CEO da Boeing, Dennis Muilenburg, disse em janeiro que “protótipos reais” estão sendo construídos com a ideia de que naves autônomas poderiam pairar nas ruas da cidade dentro de uma década. O governo do Japão projeta um prazo similar, assim como o CEO da Uber.

 

Mas Fitzpatrick, que também é CEO da Ovo Energy, não é novo no mundo da tecnologia de veículos de ponta e está confiante de que sua equipe de engenheiros pode colocar seus planos em prática. Em 2015, um ano antes de fundar a Vertical Aerospace, ele comprou a equipe de Fórmula 1 Manor Marussia dias antes que os administradores leiloassem seus carros de corrida após uma crise financeira.

 

“Vi uma oportunidade de negócio em aplicar a tecnologia da Fórmula 1 à aviação para revolucionar o transporte de curta distância e encurtar rotas como Londres-Madrid eliminando a necessidade de decolar de uma pista”, disse ele.

 

A empresa informou que o voo de teste de seu protótipo totalmente elétrico e não tripulado, que parece uma versão do tamanho de um carro de muitos drones populares, foi demonstrado com sucesso em um pequeno aeroporto inglês em junho. Ele só pôde voar cerca de cinco minutos, disse uma porta-voz da startup, mas é capaz de atingir velocidades de até 80 km/h. Projeta-se que modelos pilotados percorrerão distâncias de 800 quilômetros com um número pequeno de passageiros.

 

A Autoridade de Aviação Civil do Reino Unido concedeu permissão para que a Vertical Aerospace realizasse o voo de teste, mas existem enormes obstáculos regulatórios para qualquer empresa que invista nessa tecnologia. Por exemplo, qual é a quantidade razoável de energia de reserva necessária para veículos elétricos com capacidade de voar? Os pilotos precisarão ter uma licença? Em que parte do céu eles poderão voar?

 

“Acreditamos que levará muito tempo para que os órgãos reguladores e os passageiros se sintam à vontade com isso”, disse Fitzpatrick. “Provar que a tecnologia funciona é muito diferente de provar que ela nunca falha, que é o que a regulamentação de aeronaves exige.”

 

FONTE: Revista Exame

Dona do AliExpress negocia Viracopos para criar centro de distribuição

Com os aeroportos a serem arrematados, Viracopos também funcionaria como ponto de conexão para voos no Nordeste e Sudeste.

 

Para concretizar esse plano, o grupo planeja construir um linha própria de trem passando pela rodovia dos Bandeirantes —administrada pela CCR— e que liga o aeroporto de Viracopos a São Paulo.

Segundo pessoas que acompanharam as conversas com a CCR, a ideia é captar com essa malha ferroviária o excedente de passageiros de Guarulhos que hoje vão para o aeroporto do Galeão (RJ) como destino final ou para fazer conexões com o Nordeste.

 

A concessionária aposta nesses projetos porque, segundo o Ministério das Cidades, há diversas obras de mobilidade urbana nas cidades escolhidas pela CCR para investimentos.

 

Viracopos faz parte de um grupo de aeroportos privatizados pela ex-presidente Dilma Rousseff em 2011 e que previram o pagamento de cerca de R$ 24 bilhões em outorgas para a União.

O cálculo dos lances iniciais levou em consideração um cenário econômico em expansão com demanda de passageiros e cargas mais que suficiente para bancar as outorgas.

 

O grupo que arrematou Viracopos ofereceu pagar R$ R$ 3,8 bilhões com um ágio de quase 160%. Naquele momento, as projeções indicavam que, já em 2016, quando a fase de investimentos estaria concluída, haveria 17,9 milhões de passageiros e um a movimentação de carga de chegaria a 409 mil toneladas.

 

Logo no início, a empresa enfrentou dificuldades de caixa e teve multas por atraso nas obras de ampliação. O novo terminal foi inaugurado em 11 de novembro de 2014 sem estivesse totalmente pronto.

 

Três dias depois o então presidente da UTC, Ricardo Pessoa, foi preso pela Polícia Federal. Alvo da operação Lava Jato, Pessoa foi o principal idealizador do projeto de Viracopos junto com a Triunfo.

Em 2016, quando as obras foram concluídas e enfrentando severas restrições financeiras, Viracopos transportou 9,3 milhões de passageiros --52% do que tinha sido projetado pelo governo-- e movimentou 166 mil toneladas de cargas --41% do projetado.

 

Em julho de 2017, a UTC‚ entrou com pedido de recuperação judicial e muitas das responsabilidades financeiras da construtora em Viracopos foram assumidas pela sócia Triunfo --que também foi se deteriorando.

 

Diante disso, a concessionária de Viracopos pediu para a Agência Nacional de Aviação (Anac) a devolução da concessão para a União. A agência negou e abriu um processo para cassar a concessão. O caso foi parar no STJ (Superior Tribunal de Justiça) que, no início de maio, negou o pedido.

Com esse cenário, a concessionária de Viracopos entrou com um pedido de recuperação judicial e agora todo o processo está paralisado à espera de um plano financeiro que ateste a viabilidade do aeroporto.

 

Em outra frente, a Anac tenta, via judicial, minar a recuperação e cassar a concessão que seria leiloada novamente.

 

Consultadas, IG4, Global Logistic Properties e CCR não quiseram comentar.

 

FONTE: Jornal Folha de SPaulo

ANAC se reúne com setor para discutir regras para importação de aeronaves de construção amadora e leves esportivas usadas

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) realizou no dia 4 de setembro de 2018, em São José dos Campos (SP), reunião participativa sobre regras para importação de aeronaves de construção amadora e leves esportivas usadas. O evento contou com mais de 40 participantes, entre servidores da própria Agência e representantes do setor, como fabricantes de aeronaves, escolas de aviação, aeroclubes, associações, construtores amadores, profissionais autônomos e outros interessados no tema.

 

A realização desta reunião participativa tem como objetivo oferecer à sociedade a oportunidade de se inteirar sobre as discussões realizadas dentro da Agência acerca do tema 26 da Agenda Regulatória da ANAC (“Requisitos de importação de aeronaves de construção amadora e aeronaves leve esportivas usadas”). As propostas apresentadas pela ANAC no encontro são fruto de uma análise de impacto regulatório que considerou aspectos relacionados às diversas partes interessadas do setor.

 

Na reunião, os participantes tiveram a oportunidade de contribuir com informações sobre possíveis impactos no setor e puderam sanar eventuais dúvidas. Ao final do evento, foram convidados a responder um questionário no intuito de auxiliar a ANAC a complementar seus estudos a respeito do tema. Os resultados finais desses estudos serão apresentados à Diretoria da Agência até fim de setembro.

 

Acesse a apresentação realizada pela ANAC durante o evento (clique aqui para acessar).

 

FONTE: ANAC

Novas regras devem criar mais voos regionais

A aviação brasileira vai passar por mudanças a partir do próximo ano. As alterações propostas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pretendem atualizar critérios usados para classificar tipos de voos e tamanhos de aeronaves. Para grandes companhias e operadoras de táxi aéreo, as novas regras devem estimular o lançamento de mais rotas regionais, mas podem encarecer serviços.

 

"Um de nossos principais objetivos é separar o que é modelo de negócio do que é segurança. Não é papel da agência determinar modelos de negócios, mas garantir a segurança", disse o diretor da Anac, Ricardo Fenelon Jr. (foto) "Prorrogamos o prazo da audiência [pública] para que não haver impacto de custos nas empresas", disse ele. O prazo para colher propostas da sociedade civil terminaria em 3 de agosto, mas foi estendido para 17 de setembro.

 

Após concluída a audiência pública, o diretor da Anac disse que a agência vai trabalhar na redação final do texto. "Esperamos ter esse texto definido até o fim do primeiro semestre de 2019. Depois disso, as empresas terão três anos para se adequarem às regras, para que o mercado possa se adaptar as mudanças", disse Fenelon.

 

A regulamentação atual divide o transporte aéreo em cinco modalidades. Nas classificações doméstica e de bandeira estão os voos regulares operados por grandes companhias, que usam aviões grandes, com mais de 30 assentos. As outras três são: por demanda (o táxi aéreo), suplementar (caso de fretamentos de turismo, por exemplo) e complementar (voos regionais feitos com pequenas aviões, para até 9 passageiros).

 

O texto que a Anac colocou em audiência pública propõe apenas duas modalidades: a regular (ou agendada) na qual a companhia aérea determina local e horário de partida e destino do voo; e a não-regular (não agendada), para qualquer voo que não seja regular. "Na prática, apenas estamos deixando mais claras as regras que já existem", disse o diretor da Anac. Segundo ele, a agência foi procurada por empresas que tinham planos de lançar novos negócios no Brasil, mas ficaram em dúvida sobre a legislação existente.

 

Um dos casos foi o da Two Flex, que faz voos regionais com aviões pequenos, para até nove passageiros. "Essa desregulamentação vai favorecer a aviação regional", diz o presidente da empresa, Rui Aquino, um dos sócios da empresa junto com Anderson Marchi Davo, herdeiro do grupo de logística JadLog, e Luiz Falco, presidente da CVC. A regulamentação atual, na visão da companhia, limitava seus planos de expansão de malha.

 

A Two Flex é dona de 18 aviões turboélices Cessna Gran Caravan, que transportam até nove passageiros. A companhia faz voos regionais, ligando cidades no interior de Minas Gerais, por exemplo. Pela atual legislação, a empresa não pode fazer mais do que 15 frequências semanais. Se quisesse ampliar essa operação, teria que buscar certificação de uma grande companhia de bandeira.

O problema, diz Aquino, é que nessa modalidade, a de bandeira para voos regulares, os atuais requisitos impostos pela legislação - relacionados por exemplo a tripulação, certificações de frota, e infraestrutura mínima de aeroportos -, são desenhados para grandes empresas como Gol, Latam, Azul e Avianca, que usam jatos para mais de 160 passageiros, atendendo milhões de pessoas.

 

Com a flexibilização da regra, o sócio da Two Flex diz que a empresa poderá voar para mais cidades. O plano, diz, é conectar destinos secundários e terciários aos aeroportos usados pelas grandes companhias. "Vamos alimentar os hubs [aeroportos que concentram grande número de operações, voos e conexões] das grandes aéreas", disse Aquino. Ele planeja investir US$ 18 milhões e ampliar a frota para 30 aviões até 2020.

 

O presidente da TAM Aviação Executiva, Leonardo Fiuza, também presidente do conselho da Associação Brasileira da Aviação Geral (ABAG), que representa empresas de táxi aéreo e donas de aviões particulares, concorda que a nova legislação proposta pela Anac tem potencial para estimular a aviação regional no país.

 

 "Nós não temos planos de atuar nesse segmento [aviação regional]. Mas se houver expansão da aviação geral, nós seremos beneficiados porque a demanda por manutenção, por serviços aeroportuários e por compra de peças, negócios em que atuamos, também vai crescer".

 

Fiuza ponderou que os operadores de táxi aéreo ainda têm preocupações com o texto proposto pela Anac. Isso porque além de ajustar modalidades de voos, a agência vai mexer na classificação de tamanho de aeronaves. Na proposta da agência, o conceito de aeronave grande, atualmente um equipamento com mais de 30 assentos, passaria a ser válido para modelos com mais de 19 lugares para passageiros.

 

"Isso pode inviabilizar negócios para a empresa de táxi aéreo", diz a diretora superintendente de fretamento, gerenciamento e manutenção de aeronaves da Líder Aviação, Bruna Assumpção Strambi. Segundo ela, algumas operadoras de táxi aéreo, que fazem voos com jatos executivos para mais de 19 pessoas, teriam que assumir custos semelhantes aos cobrados de companhias aéreas comerciais.

 

O diretor da Anac diz que apenas 44 aviões - em um universo de 1,3 mil aeronaves que pertencem a 120 empresas de táxi aéreo - devem mudar de categoria com a nova regra. "E mesmo assim, estamos ouvindo o mercado para mitigar esses impacto", disse Fenelon.

 

Para a sócia do Simões Sociedade de Advogados, Adriana Simões, especialista em aviação, o texto proposto pela Anac tem outros pontos que geram dúvidas. Na visão da advogada, as operações por demanda deixam de ser exclusivas dos táxis aéreos. "As grandes companhias aéreas poderão operar serviços de táxi aéreo em sua própria estrutura. Isso tem o potencial de gerar uma concorrência estarrecedora para as empresas de táxi aéreo, que possuem estruturas muito mais modestas", diz ela.

 

Para o diretor de alianças da Azul, Marcelo Bento Ribeiro, a intenção da Anac é positiva porque pode efetivamente ampliar a conectividade aérea no país, com ampliação de voos regionais operados por aviões menores.

 

Mas o executivo da terceira maior aérea do país pondera que a agência precisa deixar claro que as empresas que venham a operar voos regionais com aviões menores também devem ser submetidas às devidas obrigações legais. Isso significa, por exemplo, pagar alimentação e hospedagem ao passageiro em casos de voos atrasados ou cancelados.

 

"Entendemos que a Anac quer arrumar a legislação sobre o assunto e viabilizar a exploração de linhas aéreas regulares por aeronaves de pequenos porte", diz Ribeiro. "Mas as exigências válidas para o direito do consumidor, por exemplo, têm que valer para todas as empresas, ou teremos concorrência desigual".

 

O diretor da Anac disse que qualquer empresa aérea que fizer voo regular, independentemente do tamanho do avião, vai ter que cumprir a Resolução nº400/2016, que traz os direitos e deveres dos usuários de transporte aéreo.

 

Procuradas, Gol, Latam e Avianca disseram que o assunto está sendo tratado pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear). Mas a entidade ainda não fechou questão. "Nessa fase, em que a Anac ainda está colhendo sugestões do setor, preferimos aguardar, apurar a posição dos associados", disse o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz.

 

FONTE: Jornal Valor Econômico por João José Oliveira

Novas regras para CIV Digital

Mudanças na Instrução Suplementar nº 61-001 passaram a vigorar nesta segunda-feira (27/8)

 

Em 27 de agosto entrou em vigor a revisão B da Instrução Suplementar (IS) nº 61-001, que trata da Caderneta Individual de Voo Digital – a CIV Digital. A revisão foi realizada pela Portaria nº 2.516/SPO, de 16 de agosto de 2018, publicada no Diário Oficial da União do dia 17 de agosto.

 

Confira as principais mudanças promovidas pela revisão da IS 61-001 (clique nos links para acessar):

 

MUDANÇA NO LANÇAMENTO DE VOOS DE INSTRUÇÃO

Anteriormente, os voos de instrução eram lançados tanto pelo aluno (Piloto em Instrução) quanto pelo instrutor (Instrutor Voo). Com a restruturação da CIV Digital, somente o instrutor fará o lançamento do voo em sua CIV Digital, devendo indicar o CANAC do aluno. Esse voo será exibido como “Rascunho” tanto na CIV Digital do Instrutor (na função “Instrutor Voo”) quanto na CIV Digital do aluno indicado pelo instrutor (na função “Piloto em Instrução”). O aluno por sua vez deverá confirmar esse registro por meio do botão “Enviar”, localizado à direita da linha onde se encontra o voo. Após enviado, o registro aparecerá com o status  “Cadastrado” tanto na CIV Digital do Instrutor quanto na CIV Digital do aluno.

 

Importante: as horas registradas na função “Instrutor Voo” serão automaticamente consideradas pela ANAC como piloto em comando, nos termos da seção 61.31(c)(2)(ii) do Regulamento Brasileiro de Aviação Civil (RBAC) nº 61 (clique no link para acessar):

 

INCLUSÃO DA FUNÇÃO “INSTRUTOR DE VOO EM SOLO”

Os voos de instrução solo (ou seja, os voos em que o aluno é o único ocupante da aeronave e o instrutor supervisiona o voo a partir do solo) devem ser lançados pelo instrutor em sua própria CIV Digital. Para tanto, o instrutor deverá selecionar a função “Instrutor de voo em solo” e indicar o número CANAC do aluno. Esse voo será exibido como “Rascunho” tanto na CIV Digital do Instrutor (na função “Instrutor de voo em solo”) quanto na CIV Digital do aluno indicado pelo instrutor (na função “Piloto em Instrução Solo”). O aluno, por sua vez, deverá confirmar esse registro por meio do botão “Enviar”, localizado à direita da linha onde se encontra o voo. Após enviado, o registro aparecerá com o o status “Cadastrado” tanto na CIV Digital do Instrutor quanto na CIV Digital do aluno.

Importante: embora listadas na CIV Digital do Instrutor, as horas de voo registradas na função “Instrutor de voo em solo” não serão consideradas pela ANAC como experiência de voo e tampouco serão consideradas para a concessão de uma licença de piloto de grau superior. As horas de voo registradas na função “Piloto em Instrução Solo”, no entanto, serão automaticamente consideradas pela ANAC como “Piloto em Comando”.

 

INCLUSÃO DO CAMPO “MILHAS DE NAVEGAÇÃO”

Para todo voo de navegação (assim definido na seção 5.2.3 (f) da IS nº 61-001), além do campo “Navegação”, no qual deverá ser informado o tempo de voo em navegação (hh:mm), será necessário preencher também o campo “Milhas de Navegação” com a distância navegada.

 

ENDOSSOS

Todos os endossos previstos no Regulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC) nº 61 devem ser, obrigatoriamente, especificados pelo instrutor de voo no campo “Observação” em texto similar ao descrito na IS nº 61-006 (clique nos links para acessar os normativos).

 

Acesse a página de Perguntas Frequentes a CIV Digital (clique aqui para acessar).

 

FONTE: ANAC

Perlan Glider Crosses 62,000 Feet over Patagonia

The Airbus Perlan Mission 2 recently achieved a glide above a pressure altitude of more than 62,000 feet, thanks to stratospheric mountain waves in El Calafate, Argentina. While pending official validation, it is anticipated that the newly reached altitude marks a gliding altitude world record. The Perlan 2 glider is pressurized and capable of soaring up to 90,000 feet. The initiative behind the mission is to fly an engineless glider to the edge of space to support high-altitude flight, weather, and climate change research.

 

Jim Payne and Morgan Sandercock piloted the recent mission and passed the Armstrong Line—a point in the atmosphere above which an unprotected human’s blood would boil if the aircraft were to lose pressurization—during the flight. To reach such a high altitude, El Calafate was selected as a suitable location as rising air currents around the area can reach more than 100,000 feet for short periods each year.

 

“This is a tremendous moment for all the volunteers and sponsors of Airbus Perlan Mission 2 who have been so dedicated to making our nonprofit aerospace initiative a reality,” said Ed Warnock, CEO of the Perlan project. “Our victory today, and whatever other milestones we achieve this year, are a testament to a pioneering spirit of exploration that runs through everyone on the project and through the organizations that support us.”

 

The Perlan 2 was built in Oregon and is based in Minden, Nevada. The glider features a carbon-fiber capsule with a passive cabin pressurization system. This system is highly efficient and eliminates the need for heavy and high-power consuming compressors. Additionally, a closed-loop rebreather system in the Perlan 2 uses only oxygen metabolized by the crew. A wave visualization system depicts rising and sinking air in the cockpit.

 

The Perlan 2 does not affect the temperature or chemistry of the air surrounding the glider, allowing it to be a highly suitable platform for atmospheric research. Flights for the Perlan 2 will continue as weather and winds permit through mid-September.

 

“Innovation is a buzzword in aerospace today, but Perlan truly embodies the kind of bold thinking and creativity that are core Airbus values,” said Tom Enders, Airbus CEO. “Perlan Project is achieving the seemingly impossible.”

 

FONTE: AINonline by Alexa Rexroth

Pilatus Sales Buck Trend in Latin America

The exclusive Pilatus sales agent for South and Central America, Synerjet, has achieved numerous sales over the past two years in the Latin American market since it broadened its focus beyond Brazil. Economic confidence has slumped before and since the impeachment of President Dilma Rousseff last August, at the time of LABACE 2016.

 

At that show, Pilatus, in fact, sold two aircraft, one of which is in the LABACE 2017 static display having been delivered to CBAir, which last month merged with Global Aviation to form a new company, ICON Aviation.

 

José Eduardo Brandão, Synerjet general director, told AIN at the show that “our first intention was to find markets other than Brazil, which was in a crisis; the market stopped completely. We spent a whole year without selling any aircraft at all.”

 

But with the new strategy, Synerjet has had considerable success. “We are succeeding and we have sold the first PC-12s in countries such as Paraguay, Colombia, Panama and Chile in the last two years. Nowadays we have five or six PC-12s flying in Chile and in Colombia the second PC-12 will be delivered next month.” He said the company also sold a PC-12 at this year’s LABACE to a customer from Costa Rica, “the first ever sold there,” a sale that follows up last year’s success at the Congonhas event.

The PC-12 fleet in Latin America now totals approximately 50 aircraft, although most are still in Brazil. Synerjet “recently sold five PC-12s in Brazil—to several different operators,” suggesting that the market in the nation may be less in crisis than it once was. (Brandão admitted, “We had to reduce the price a bit.)

 

“Brazil has suffered a lot recently but the economy is much better than last year; currency is not a problem now, the rate is favorable, so importing parts is not a problem.”

 

To underline its push into the wider Latam market, Synerjet has opened offices in Panama and Ecuador. Its main office is still in São Paulo “but the Bogota office is getting stronger and stronger,” Brandão noted. It also has a partner in Santiago, Chile, AeroCardal, which “is a huge FBO operator there, operates PC-12s and is our authorized service provider there.” Its other ASCs are at Sorocaba, and in Medelin, Colombia.

 

The company is also now the distributor for Cirrus in Latin America, other than Brazil. “We now distribute for Cirrus in Colombia, Ecuador, Peru, Panama, Costa Rica and Nicaragua,” Brandão said, adding that the Cirrus is the ideal aircraft to bring new clients into aviation, especially young business owners.

 

These may later upgrade to the PC-12, he believes. “The PC-12 offers an affordable aircraft that can easily replace small-to-medium sized jets, turboprops, and even helicopters. It is versatile and extremely low cost with a very good range—like São Paulo to Manaus, direct.

“We’re doing a lot of long flights, for example to Central America. It’s very comfortable, the cabin is large and has a toilet, which many aircraft don’t have. It’s a family aircraft too,” he explained.

 

Perfect Aircraft, PC-24?

 

“The only problem with the PC-24,” said Brandão somewhat pensively, “is that with we don’t have enough to sell to the interested people.

 

“In 2014 at EBACE [in Geneva] they sold out the first three years of production. We went there with 14 LOIs from South American customers but unfortunately came back with only  three orders [fulfilled], and it’s not enough.” (The limited production slots were split evenly among Pilatus agents around the world).

 

“Since then we’ve been waiting for certification, when they will open the sales book up again, to see what we can get. It is the perfect aircraft for South and Central America and we have many customers signed up with LOIs and deposits, in Chile, Argentina, Brazil and Guatemala. There are several in Brazil.” He added that of the three initial orders from 2014’s EBACE, “one is definitely going to Chile and another to Brazil.” Brandão also noted, as has oft been repeated by Pilatus, that “most PC-24 buyers are PC-12 owners.”

 

FONTE: AINonline at LABACE Convention by Ian Sheppard

Bombardier: 'Mission Accomplished' for Global 7500 FTV1

As it nears certification for its new 7,700-nm flagship business jet, Bombardier Business Aircraft has retired the first Global 7500 flight-test vehicle—FTV1, dubbed “The Performer”—from flight-test duties, the Canadian aircraft manufacturer announced this week. “On November 4, 2016, the inaugural flight test vehicle…took to the skies for the first time,” it said. “Today, [it] has officially completed all of its flight testing and is going into retirement. Mission accomplished.”

 

However, Bombardier said the aircraft itself is far from being retired. Instead, FTV1 has recently been painted at the company’s Global Completion Center, serving as a dress rehearsal for the paint shop, which was recently expanded to accommodate the larger model. The airplane will also be used as a demonstrator and appear at local and company events ahead of the first production Global 7500’s expected service entry in the fourth quarter. In addition, Bombardier’s customer experience team is using FTV1 to validate all instruction manuals and procedural guidelines.

 

Meanwhile, the company said the rest of its Global 7500 flight-test fleet—FTV2 through FTV5—is wrapping up the final testing. To date, the five test aircraft have accumulated more than 2,700 flight hours altogether.

 

FONTE: AINonline by Chad Trautvetter

Notícias Agosto/2018

Novo monitoramento de slots promoverá o uso mais eficiente da infraestrutura aeroportuária

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aprovou, na Reunião Deliberativa da Diretoria de 21/8, a Resolução nº 487, que alterou a Resolução nº 338/2014, normativo que regulamenta a alocação de horários de chegadas e partidas em aeroportos coordenados, os chamados slots. As principais mudanças envolvem a publicação das informações sobre as operações aéreas pelo administrador aeroportuário e a aplicação da segregação de responsabilidades entre os entes que compõem a cadeia do transporte aéreo para atrasos e cancelamentos de voos. Essas mudanças valerão a partir do dia 28 de outubro de 2018, quando terá início a próxima temporada de coordenação de aeroportos.

 

Com a alteração na Resolução nº 338, aplica-se um novo modelo de monitoramento que melhora a qualidade da informação, eliminando possíveis inconsistências e problemas de inexatidão de dados sobre operações aéreas envolvendo voos regulares e não regulares. Esse novo modelo promoverá o uso mais eficiente da infraestrutura aeroportuária em aeroportos coordenados por meio do combate ao mau uso dos slots, observadas as melhores práticas internacionais.

 

Monitoramento fortalecido

A partir da próxima temporada de coordenação de aeroportos, as informações prestadas pelos administradores aeroportuários proporcionarão um melhor monitoramento do uso dos slots por meio da identificação e do tratamento sistemáticos das ocorrências de má utilização da infraestrutura aeroportuária em aeroportos coordenados. A ideia é verificar se as operações aéreas estão sendo realizadas em conformidade com os slots previamente alocados, o que proporcionará uma avaliação mais adequada da performance dos voos nesses aeroportos.

 

Um dos principais avanços trazidos pela nova norma é a mudança da fonte de informação. Anteriormente prestadas pelas próprias empresas aéreas, as informações sobre operações aéreas para fins de monitoramento dos slots passarão a ser publicadas pelos administradores aeroportuários visando evitar possíveis conflitos de interesse em questões que envolvam atrasos e cancelamentos de voos nos aeroportos coordenados.

 

Paralelamente à modernização do sistema de monitoramento da utilização dos slots, a ANAC instituiu novos critérios para a justificativa em caso de operações aéreas diferentes do planejado, de forma a auxiliar na solução de problemas. Essas mudanças foram aprovadas após a realização de monitoramento piloto durante um ano no Aeroporto de Guarulhos e de Audiência Pública realizada entre 29 de janeiro e 28 de fevereiro de 2018, período em que foram recebidas 131 contribuições de empresas aéreas nacionais e estrangeiras, associações de empresas aéreas e concessionárias de aeroportos.

 

Aeroportos coordenados

Em razão das alterações, a ANAC declarou como coordenados para a próxima temporada, com os novos termos do regulamento, os aeroportos de Guarulhos, Santos Dumont, Congonhas, Belém, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Foz do Iguaçu, Manaus, Maceió, Porto Alegre, Recife, Salvador, Vitória e Pampulha.

 

FONTE: ANAC

FAA certifica guincho de carga para o R66

O FAA certificou a instalação do conjunto de içamento de carga externa no helicóptero a turbina Robinson 66. O equipamento permite o transporte de até 540 kg (1.200 lb) de carga externa, porém, adiciona 1.315 kg a estrutura da aeronave.

 

A instalação inclui um gancho de carga Onboard Systems, controles à esquerda e direita, o que permite voo solo nos dois assentos dianteiros, um comando hidráulico do lado esquerdo, um medidor de peso da carga e um segundo conjunto de torque e temperatura, localizadas no quadro da porta esquerda, permitindo ao piloto observar o comportamento do motor enquanto monitora a carga externa.

 

O equipamento possui custo de US$ 28.000 e passou a ser oferecido como opcional pela Robinson na última Heli-Expo.

 

 

FONTE: Aerobusiness por Ernesto Klotzel

Icon Aviation terá novo hangar em Brasília

Espaço possui o dobro da área da instalação anterior e conta com 75% da capacidade já negociada

 

A Icon Aviation vai inaugurar seu novo hangar no Aeroporto Internacional de Brasília. O hangar compreende área total de 7.420 m² e substitui os antigos 3.534m², no mesmo aeroporto. Entre os diferenciais do espaço estão sala VIP de 242 m², ambientes privativos, dormitórios para tripulantes e salas de reuniões e eventos, além de atendimento exclusivo aos clientes da empresa.

 

A operação do novo hangar em Brasília, que se torna o décimo segundo da empresa no país, inicia com cerca de 75% de sua capacidade ocupada, depois de firmados 15 novos contratos antes mesmo da inauguração, caracterizando um aumento de 100% no número de serviços de hangaragem.

 

O atendimento no aeroporto deve aumentar em 50% já no início das operações, com expectativa de chegar a 100% em curto prazo. A empresa sob controle do herdeiro do grupo Casas Bahia, Michael Klein, possui uma das maiores estruturas dedicadas a aviação de negócios no país. Além de uma série de hangares, a empresa possui uma ampla frota de aeronaves, realizando serviços de fretamento, gerenciamento, venda e aquisição de aeronaves, hangaragem, atendimento de pista e propriedade compartilhada.

 

Centro-Oeste é atrativo e estratégico

No Brasil, segundo dados divulgados em maio deste ano pela Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), são 15.406 aeronaves – as que fazem voos comerciais estão excluídas dessa conta. São 11.204 convencionais, 2.083 helicópteros, 1.278 turboélices e 756 jatos.

 

Os últimos anos não registraram o crescimento ocorrido nos anos anteriores à crise econômica, em 2014, quando o aumento anual da frota era de 7%. Mas, mesmo que de forma comedida, a retomada do segmento mostra as pessoas continuam dispostas a utilizar o serviço, que tem variados preços.

 

Na opinião do diretor-geral da ABAG, Flávio Pires, a aviação de negócios, novo termo para a que antes era chamada de executiva, vai sofrer as pressões das crises econômicas, mas conseguirá se reajustar porque é necessária para um país tão grande como o Brasil.

 

“A aviação de negócios acompanha o crescimento econômico. Se uma cresce, o outro também aumenta. E é um dinheiro inteligente, que vai onde tem mais gente gastando. Ele não fica parado em um só Estado para sempre. Onde tem dinheiro, ele vai para lá”, afirma.

 

Flávio aponta que a Região Centro-Oeste é, atualmente, um chamariz para o setor já que é extensa e deficiente na cobertura da aviação convencional, além de contar com muitas empresas de grande porte. Dentro da região, Brasília tem uma localização privilegiada já que consegue auxiliar todos que precisarem se deslocar pelos quatro cantos do país.

 

FONTES: Aerobusiness e Jornal de Brasília Foto: Rayra Paiva Franco/Jornal de Brasília.

Aditivo misturado ao combustível pode remover água acumulada nos tanques de aviões

A alemã Lufthansa está testando em parceria com a indústria química Basf um composto que pode remover a água dos tanques de combustível. O objetivo é reduzir a necessidade de medidas para periodicamente eliminar a presença da água nos tanques.

 

A presença de água, em geral na forma de vapor, pode ser danosa para a integridade do motor assim como sua operação normal. O Kerojet Aquarius, desenvolvido pela Basf, é um aditivo que encapsula a água naturalmente presente no combustível, formando uma "gaiola molecular" ao redor das moléculas de H2O, em um processo em que não há reações químicas no combustível com o aditivo nem com água, segundo o fabricante. O processo dispersa a água eventualmente presente, possibilitando a remoção definitiva deste contaminante através do próprio processo de combustão do motor.

 

A vantagem desse tipo de aditivo reduzir as medidas necessárias para extrair água nos intervalos mandatórios, ajudando a cortar custos à medida que o acúmulo de água será minimizado. Além disso, paradas demoradas e caras na manutenção podem ser evitadas, aumentando assim a utilização das aeronaves e tornando a operação mais econômica.

 

O primeiro teste ocorreu no dia 24 de julho, com um Airbus 340-600, em um voo entre Munique e San Francisco. Os detalhes completos da operação estão ainda sendo analisados, mas a Lufthansa planeja testes adicionais, todos operados por modelos da família Airbus. A Basf espera ter resultados conclusivos até o final do ano.

 

FONTE: Aerobusiness por Ernesto Klotzel

Azul e PUC criam projeto para pesquisa nas áreas de segurança e fatores  humanos

A Azul Linhas Aéreas Brasileiras e a PUC-RS inauguram uma sala de estudos dentro da Escola Politécnica da Universidade, uma iniciativa pioneira no país que tem por objetivo propor novas contribuições para o universo acadêmico e profissional da aviação.

 

Por meio da colaboração entre alunos e professores do curso de ciências aeronáuticas, a iniciativa visa estimular o desenvolvimento de estudos nas áreas de segurança e fatores humanos (comportamentos preventivos da tripulação), contribuindo com ideias para o aprimoramento desses processos.

 

Para o coordenador do curso de ciências aeronáuticas da universidade, Lucas Fogaça, o novo espaço vai ampliar a contribuição de conhecimento entre a instituição de ensino e a Azul. “A empresa trará desafios reais e os alunos e pesquisadores da graduação e pós-graduação poderão desenvolver as soluções”, projeta.

 

O projeto pioneiro no Brasil possui diversos similares no exterior, não apenas na aviação, incluindo áreas diversas que são apoiadas por empresas e corporações interessadas em obter soluções através do mundo acadêmico.

 

“Tenho certeza de que a inauguração desse espaço aproxima a universidade da indústria e do mercado profissional. Queremos dar oportunidade aos projetos que surgem no mundo acadêmico e que possam ser aplicados na companhia, valorizando ainda mais a segurança, que é o nosso principal valor ”, destaca o comandante Ivan Carvalho, diretor de Segurança Operacional da Azul.

 

O responsável pelo ambiente será Bruno Godoy, professor do curso de Ciências Aeronáuticas da PUC-RS e comandante da Azul. “Realizaremos uma troca de conhecimentos. Os dados relacionados à segurança de voo e gestão empresarial irão gerar pesquisas”, comenta.

 

FONTE: Aerobusiness

Russia’s S7 Airlines set to manufacture business jets in Moscow region

A new project on assembling the ultra-light business jets ‘Victory’ has been presented by Russian S7 Airlines to the Governor of the Moscow region Andrey Vorobyov.

 

According to his press service, Vorobyov has visited the airlines’ aviation training center and met with its General Director Vladimir Obedkov, who told him the company plans to invest around 13 billion rubles ($192.87 million) in the new enterprise. About 1,000 jobs will be created, he said, without specifying when the plant’s construction could start.

 

The prototype of the US Epic Victory aircraft, the new planes will be made of carbon composite materials. Their length will be about 10 meters, and the weight won’t exceed 3 tons. The planes’ maximum flight range is expected to be more than 2,000km, and the speed about 600kph. The crew will consist of one pilot while four or five passengers could be accommodated onboard.

 

Epic Victory was a single turbine light business plane developed by Epic Aircraft in the USA. When the company went bankrupt in 2009. Russia’s S7 bought the rights to the aircraft. S7 is the second largest aviation group in Russia, including Siberia Airlines and Globus Airlines, which fly under the S7 Airlines brand.

 

In 2017, S7 and Russia’s state space agency Roscosmos agreed to construct an orbital cosmodrome. The new complex is expected to be used to assemble and fuel space vehicles and launch them into near-Earth orbits as well as for Moon and Mars flights. The port is also planned as a refueling and supply point, and other functions related to space projects.

 

 

FONTE: RT global news

Airbus realiza o primeiro pouso bem-sucedido da aeronave totalmente elétrica Zephyr S

A Airbus realizou no dia 05 de agosto o primeiro pouso do Zephyr S HAPS, um avião movido a energia elétrica projetado para voar em altas altitudes.

 

A aeronave voou por mais de 25 dias seguidos, sem pousar, somente com suas baterias e o painel solar, que forneceu energia para recarregar todo o sistema. A decolagem ocorreu no dia 11 de julho, no Arizona, nos EUA.

 

A Airbus já tinha voado anteriormente com um protótipo do Zephyr, porém essa nova versão permitiu mais de 14 dias de voo contínuo, o que já era um recorde para a empresa anteriormente.

De acordo com a Airbus, o Zephyr S HAPS atingiu todos os objetivos dos projetistas, que agora vão prosseguir com os testes até a certificação do avião, e primeira entrega ao Reino Unido.

 

O Zephyr

Esse avião se destaca pela propulsão totalmente elétrica, com carregamento das baterias através de energia solar.

Essa combinação de projeto com a capacidade de realizar voos autônomos, ou seja, sem a dependência de pilotos, e na estratosfera, permite que o Zephyr voe durante vários dias seguidos, sem ser afetado pelo clima ou por regulamentações do controle de tráfego aéreo na altitude onde normalmente voa as aeronaves comerciais.

 

De acordo com a Airbus, o foco da aeronave é fornecer serviços de transmissão e retransmissão de sinais, bem como vigilância por câmeras em um determinado espaço. Tudo isso em caráter temporário, não necessitando de lançar um satélite, algo que poderia encarecer bastante esse tipo de serviço.

 

FONTE: Aeroflap

Desafio de startups seleciona projeto inovador de aviação

Startup vencedora poderá escolher entre prêmio de R$ 38 mil e uma semana de imersão em inovação em Nova York.

 

A GE Celma, uma das unidades de revisão e manutenção de motores aeronáuticos da GE Aviation, abre inscrições para o Desafio InovAr. Localizada em Petrópolis (RJ), a empresa tem o objetivo de selecionar o melhor projeto voltado para o planejamento de demanda e previsão de materiais nas oficinas de manutenção da GE Aviation. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 6 de setembro no site www.gedesafioinovar.com.br.

 

A primeira etapa do processo seletivo será a análise das propostas recebidas via site. Então os candidatos selecionados serão convidados para entrevistas presenciais ou online.

 

A startup vencedora poderá escolher entre dois prêmios: R$ 38 mil ou uma semana de imersão em inovação e mentoração para o projeto no Centro de Pesquisas da GE, em Nova York, com passagem e hospedagem pagas pela GE (máximo de três pessoas).

 

Para conferir o regulamento completo, clique em www.gedesafioinovar.com.br/regulamento.

 

FONTE: Pequenas Empresas & Grandes Negócios

ANAC realizará reunião participativa sobre regras para importação de aeronaves de construção amadora e leves esportivas usadas

Inscrições para o evento estão abertas até 31 de agosto.

 

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) promoverá no dia 4 de setembro de 2018, das 13 às 17 horas, reunião participativa sobre regras para importação de aeronaves de construção amadora e leves esportivas usadas. O evento será realizado no auditório da Representação Regional de São José dos Campos (endereço: Rua Laurent Martins nº 209, Jardim Esplanada).

 

Destinada a fabricantes de aeronaves, escolas de aviação, aeroclubes, construtores amadores e demais pessoas que utilizam as aeronaves de construção amadora e leves esportivas em geral, a reunião participativa tem como objetivo apresentar os pontos de discussão do Tema 26 da Agenda Regulatória da ANAC – “Requisitos de importação de aeronaves de construção amadora e aeronaves leves esportivas (ALE) usadas”. Durante o encontro, os presentes terão a oportunidade de se informar sobre as demais etapas do processo normativo e de oferecer sugestões ao modelo. Cabe ressaltar que, como o Tema 26 da Agenda Regulatória ainda se encontra em fase de estudos, durante a reunião não serão apresentadas minutas de atos normativos.

 

Os interessados em participar do evento deverão enviar um e-mail para o endereço eventos@anac.gov.br até o dia 31 de agosto informando nome completo, número do RG e nome da instituição à qual está vinculado. Serão oferecidas 70 vagas, todas gratuitas. Cabe ressaltar que, no intuito de promover ampla participação dos setores envolvidos, a ANAC poderá limitar a quantidade de participantes por empresa ou entidade.

 

FONTE: ANAC

Concessões aeroportuárias terão valores menores

O Terminal de Barra do Garças, no estado do Mato Grosso, foi retirado do Bloco Centro-Oeste, assim como o custeio do Programa de Adequação de Efetivo (PDV) da INFRAERO.

 

A quinta rodada de concessões aeroportuárias do Governo Federal, que inclui 13 aeroportos, terá alterações, de acordo com a Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC) do Ministério dos Transportes. Entre as mudanças estão a redução do requisito mínimo de habilitação técnica do operador, a retirada do Aeroporto de Barra do Garças (MT) e da exigência de indenização à Infraero do Bloco Centro-Oeste, referente ao custeio do Programa de Adequação de Efetivo da estatal. Além disso, houve o aumento dos valores que a Infraero receberá dos demais blocos.

 

Em relação à redução do requisito mínimo de habilitação técnica do operador aeroportuário, para o Bloco Nordeste agora será exigida a experiência em aeroportos com no mínimo 5 milhões de passageiros/ano – antes a exigência era de 7 milhões. Para os demais blocos (Sudeste e Centro-Oeste), a exigência será de 1 milhão de passageiros/ano – anteriormente eram 3 milhões. O novo mecanismo considera as peculiaridades de cada bloco, além de promover maior concorrência no leilão.

 

Outra alteração foi a retirada do Aeroporto de Barra do Garças (MT) do Bloco Centro-Oeste, que passa a ser composto por quatro aeroportos: Cuiabá, Sinop, Rondonópolis e Alta Floresta. A retirada do aeroporto regional foi necessária para melhorar a atratividade econômico-financeira do Bloco, de modo a garantir os investimentos nos demais terminais e beneficiar os passageiros. O futuro concessionário dos terminais do Centro-Oeste não terá que pagar indenização à Infraeroreferente ao custeio do Programa de Adequação de Efetivo da estatal.

 

A respeito dos incentivos à concorrência, a SAC expediu nova diretriz de política pública à ANAC com o objetivo de permitir a participação no leilão de empresas compondo consórcios diferentes para os diferentes blocos. É importante lembrar que, diferentemente das rodadas anteriores, agora não há qualquer tipo de vedação concorrencial, sendo que um mesmo consórcio/empresa pode se sagrar vencedor de todos os blocos de aeroportos leiloados.

 

Também houve o aumento dos valores que a INFRAERO receberá dos demais blocos. Essa alteração decorreu da atualização do custo médio por empregado enquadrado nos programas da estatal, voltados para esse fim, e dos quantitativos de empregados alocados em cada aeroporto, resultando no valor total de R$ 388 milhões a ser depositado diretamente na conta da empresa pública, sendo 67% maior do que o anteriormente programado.

 

NOVOS VALORES – Os três blocos tiveram reajustes tanto nos investimentos previstos, que aumentaram, quanto nas outorgas fixas iniciais e nos percentuais da parcela da outorga variável, que reduziram cerca de 50% ou mais. O Centro-Oeste teve a maior variação, passando de R$ 10,4 milhões para R$ 2,3 milhões o lance mínimo do leilão. Já a parcela variável reduziu de 2,1% para 0,5% da receita bruta da concessionária. Assim como na rodada anterior, não há participação da Infraero.

 

Clique aqui e veja a tabela que resume os novos valores de outorga e investimentos previstos para essa 5ª rodada.

 

ETAPAS – Os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) para os 13 aeroportos foram protocolados no Tribunal de Contas da União (TCU) no último dia 23 de julho. A versão entregue ao Tribunal trouxe importantes alterações, com base nas 684 contribuições recebidas na consulta pública realizada em conjunto pela SAC e ANAC durante os meses de junho e julho deste ano.

 

Os Estudos agora passarão pela análise e aprovação do TCU, que pode solicitar outros ajustes, correções e aprimoramentos. A expectativa do Governo Federal é realizar o leilão ainda este ano.

 

Os estudos atualizados podem ser acessados integralmente na página do Ministério – clique aqui.

 

FONTE: Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil

Voo por Instrumento ou Voo Visual? Entenda a diferença!

No caminho do trabalho, de manhã, em meio àquela chuva fina de segunda-feira, você ouve na rádio que o aeroporto reabriu para pouso e decolagem apenas por instrumento. Você se pergunta: afinal, o que é pouso por instrumento? Existe algum pouso sem instrumento?

 

Tudo questão de nomenclatura. Vamos falar sobre duas modalidades de voo diferentes: o VFR e o IFR:

 

1 – VFR (Visual Flight Rules): no linguajar comum, “voo visual”

Em linhas gerais, o “voo visual” ocorre quando o piloto tem completa visualização do que está do lado de fora do avião e se orienta por referências visuais externas: estradas, lagos , baías, praias, litoral, morros, colinas, plantações, cidades, etc. Grosso modo, depois de traçar a rota num mapa VFR (foto abaixo), o piloto voa, ponto a ponto, orientando-se pelas referências visuais externas à aeronave. Nessas condições, o piloto é o responsável pela condução do voo e cabe a ele manter distância segura de outras aeronaves, bem como livrar os eventuais obstáculos à sua frente.

 

Voos sob regras visuais ocorrem, em geral, em altitudes baixas (até cerca de 3 mil metros de altitude) onde ainda há uma boa visualização do solo. Na maioria dos casos, são aeronaves de menor porte, como aviões turboélices, embora, nada impeça um jato com centenas de passageiros de voar VFR quando as condições climáticas assim o permitirem.

 

Por fim, apesar de não serem voos controlados, o piloto pode interagir com órgãos de controle para obter informações generalizadas como: predominância dos ventos, condições meteorológicas, situação dos aeroportos, pistas em uso, dentre outras, quando voar sob regiões de atuação desses centros.

 

2 – IFR (Instrument Flight Rules): o chamado “voo por instrumentos”

Já no chamado voo por instrumento (IFR), ao invés de referências visuais, o piloto se baseia nos computadores de bordo da própria aeronave, que vão muito além de uma bússola ou altímetro. São instrumentos que “conversam” com outros receptores/emissores localizados no solo ou em satélites e orientam as aeronaves no ar, como no caso do voo em piloto automático ou da orientação espacial, via VHF, de auxílios de navegação aérea. Nesse caso a aeronave e o piloto, além de habilitados para o voo VFR, hão de estar habilitados para o voo IFR.

 

Num voo IFR, o piloto pode voar em sua fase de cruzeiro (rota), por exemplo, do início ao fim, dentro das nuvens, sem enxergar nada a sua frente. Isto porque, nessa modalidade, o piloto passa a executar a separação das demais aeronaves e de obstáculos  a partir das orientações dos centros de controle, localizados em solo.

 

Não é de se espantar, portanto, que voos sob regras de instrumento (companhias aéreas tradicionais, por exemplo) terminem por depender muito menos das condições climáticas. As regras IFR viabilizam a operação de aeronaves quando as condições meteorológicas não permitem a visibilidade mínima para operar um “voo visual”. Não à toa, como a noite todos os gatos são pardos, voos noturnos seguem normalmente regras IFR.

 

Assim, quando uma aeroporto reabre somente operando por instrumentos é por que as condições climáticas melhoraram, porém ainda não o suficiente para aquele avião turboélice que gostaria de pousar no Santos Dumont “desviando do Cristo Redentor e Pão de Açúcar no olho”. Sob estas condições, essas aeronaves serão desviadas (alternadas, no jargão da aviação) para outro aeroporto onde o clima não restringirá a aproximação e o pouso sob orientação visual.

 

Enquanto isso, os voos IFR estarão liberados. Aeronaves – em geral de maior porte ou jatos modernos – prosseguirão para pouso e decolagem baseando-se em procedimentos de navegação aérea muito precisos, que dispensam a referencia visual, orientados a partir do solo ou de satélites. Um exemplo é conhecido Sistema de Pouso por Instrumento, o famoso ILS, que viabiliza a chegada de aviões sob visibilidade reduzida e teto baixo. Mas ainda assim, com alguns limites e restrições. Até por que, dependendo do humor de São Pedro, o aeroporto precisará fechar inclusive para voos por instrumento.

 

FONTE: DECEA BLOG SOBREVOO

Exposição virtual do novo Falcon 6X na LABACE

Dassault apresentou modelo 3D onde visitante pode caminhar por todo o interior da aeronave.

 

A Dassault Falcon promoveu na Labace 2018 uma apresentação virtual de sua nova aeronave, o Falcon 6X. O avião em fase de desenvolvimento terá alcance de 10.186km, e deverá realizar seu primeiro voo em 2021.

 

A exibição em realidade virtual do Falcon 6X permite ao visitante experimentar a cabine de passageiros, visitando todas as instalações do avião, incluindo as três configurações de lounge e diversas opções amplas de entrada e descanso da tripulação. O cockpit totalmente novo, com a suíte de aviônicos EASy III é uma das mais sofisticadas da atualidade e mantém o avião dentro de um conceito de pilotagem completamente digital.

 

Além disso, o fabricante francês ainda teve em exposição estática um Falcon 8X, jato de ultralongo alcance, com capacidade para voar até 12.000km. O avião conta com uma cabine de 1,88m de altura, 2,34m de largura e 13m de comprimento, três opções de galley, inclusive duas delas com opção de crew rest. Os operadores também contam com uma extensa seleção de áreas de assento para passageiros com comprimentos variados, capaz de suportar diferentes configurações de lavatórios. O avião ainda dispõem de conectividade de internet de alta velocidade de Banda Ka em toda a cabine.

 

O cockpit inclui o FalconEye Combined Vision System, o primeiro head-up display a combinar capacidades de visão sintéticas e aprimoramento de visão. Além de assegurar uma percepção e conhecimento situacionais superiores em todas as condições de operação, durante o dia e a noite, o FalconEye possibilitará a redução de condições de baixa visibilidade, oferecendo um benefício operacional considerável

 

Quem também estará presente é o Falcon 2000LXS, dedicado a voos de até 7.000 km, que pode ser operado em pistas curtas. O avião também é equipado com o cockpit EASy de próxima geração e o sistema de gerenciamento de cabine FalconCabin HD+.

 

FONTE: Aeromagazine

Honda entrega seu primeiro jato da série Elite no Brasil

Nova versão se destaca por melhorias no interior, menor ruído e evolução no cockpit

 

Honda iniciou as entregas do novo modelo Elite do HondaJet, que foi lançado em maio último, em evento ocorrido pouco antes da European Business Aviation Convention & Exhibition (EBACE).

 

Trata-se do primeiro jato Honda entregue a uma operadora no Brasil. O único que está voando no país pertence à Lider Aviação, que é o representante da marca e utiliza a aeronave principalmente para demonstração  Além disso, é a versão original.

 

Em relação ao modelo inicial, a série Elite apresenta melhorias diversas, como redução do ruído dos motores, melhorias no interior, upgrades na suíte de aviônicos, incluindo funções para a estabilização automática, assim como um alcance adicional de 200 nm.

 

O modelo recebeu grande aceitação no mercado dos Estados Unidos, onde tem mantido uma intensa campanha de vendas. No Brasil, o avião foi exibido na Labace, que ocorreu em Congonhas entre os dias 14 e 16 de agosto.

 

A Honda também informou que entregou 17 HondaJets no primeiro semestre de 2018, o que o torna o modelo mais entregue em sua categoria durante o período.

 

FONTE: Aeromagazine por Ernesto Klotzel

AIN News at LABACE 2018:

P&WC Adds Another Designated Maintenance Facility in Brazil

Pratt & Whitney Canada (Booth 2010) has appointed helicopter MRO provider Helipark Manutenção Aeronáutica, located in Carapicuiba in São Paulo state, a designated maintenance facility for seven of its turboshaft engine models, to support P&WC’s growing sales of engines and aftermarket services in Brazil.

 

Helipark Manutenção Aeronáutica joins Rico and ABA Manutenção de Aeronaves as designated maintenance facilities P&WC has appointed to its MRO network in Brazil within the past 12 months. The Canada-based turbine-engine OEM appointed both Rico—based in Manaus in Amazonas state—and Barreiras, Bahia-based ABA as designated maintenance facilities last summer. Rico provides MRO for the PT6A engine models powering the more than 400 Cessna Caravans that operate in the vast Amazon basin, and ABA performs MRO on the PT6As powering many aircraft operating in Brazil’s large agricultural-aviation industry.

 

Satheeshkumar Kumarasingam, P&WC’s v-p for business development and commercial services, told AIN that Helipark will perform line maintenance and provide technical support at Carapicuiba (which forms part of the São Paulo metropolitan region) for customers operating P&WC-powered helicopters. Helipark will also provide P&WC turboshaft operators with mobile repair services, in the form of mobile repair teams that use specially outfitted trucks to travel to customers’ base and line-station locations to perform line maintenance on their rotorcraft.

 

The seven P&WC turboshaft models Helipark will support power a range of light-to-medium size, single- and twin-engine helicopters operated in Brazil. Helipark will provide MRO and support for the PT6B-37A turboshaft powering the single-engine Leonardo AW119, the PW206C powering the twin-engine A109; the PW207C powering the A109 and AW109; and the PW210A powering the Leonardo AW169 medium twin. The Carapicuiba-based MRO shop will also handle work on the PW207D powering the twin-engine Bell 427, as well as the PW207D1 and PW207D2 powering the twin-engine Bell 429.

 

A Network Approach

Another P&WC designated maintenance facility is PT6A specialist Covington Aircraft, whose Brazilian shop is located in Goiânia in Goiás state. In addition to creating a growing network of designated maintenance facility partners throughout Brazil, Pratt & Whitney Canada also has its own MRO and parts-distribution operation there, Pratt & Whitney Canada do Brasil, which is located at Bertram Luiz Leupolz–Sorocaba Airport, a general aviation airfield in Sorocaba in São Paulo state which is now seeking regulatory approval for international operations. At Sorocaba, P&WC provides MRO and spares services not only for its many Brazilian customers but also for customers in other South American countries, because Brazil is the only South American nation in which the Canadian company has physical MRO facilities.

 

“It’s important to think of what we do (at Sorocaba) not as an individual site, but really as part of a network,” said Kumarasingam. In addition to the designated maintenance facilities operated by partner companies, P&WC has seven field service representatives and a number of customer managers who serve fleet customers—such as regional airlines and large operators of helicopters and fixed-wing business aircraft—based in Brazil. In addition, the Canadian OEM has sales representatives and field service representatives based in other countries in the region, such as Chile and Colombia, he said.

 

Kumarasingam said Latin America is an important business-aviation market for Pratt & Whitney Canada, with Brazil—which P&WC recognizes as having the third-largest domestic aviation industry in the world—representing a particularly key country market for the company’s Latin American bizav sales and service activities. “In Latin America, our market share is about 40 percent in business aviation,” he said. “Another important catalyst for us is that we have contributed to the success of the Phenom product line with Embraer.” Embraer chose P&WC’s PW617 turbofan engine to power the Phenom 100 and the PW535E to power the Phenom 300.

 

“We continue to look for opportunities” to add new business in Brazil, said Kumarasingam. In large part this is because P&WC has seen considerable sales success there in the past decade: its market in Brazil has grown by more than 80 percent in the past 10 years, he said. In 2007, the company had slightly more than 1,600 turbine aircraft engines operating in Brazil; today, P&W has more than 3,200 engines in service with Brazilian operators.

 

Of these 3,200-plus engines, some 60 percent are PT6As of various models, powering aircraft types that range from Air Tractor and Thrush agricultural sprayers to Embraer Bandeirantes and the approximately 460 Beech King Airs operating in Brazil, according to Kumarasingam. (Many owners use their King Airs to commute between their city residences and their large ranches or estates out in the vast Brazilian countryside.) The remaining 40 percent of the P&WC turbine engines operating in Brazil power helicopters, business jets, and regional airliners.

 

FONTE: AINonline by Chris Kjelgaard

TAM Sees Solid Future in Brazil Business Aviation

TAM Aviaçao Executiva president and CEO Leonardo Fiuza is optimistic about the Latin American business aviation market, he said during an interview at LABACE 2018. The company’s headquarters, which includes an FBO, maintenance facility, and charter/management operation, are located at Congonhas Airport in São Paulo, a few taxiways from the LABACE static display and exhibition. Fiuza is also chairman of ABAG, the Brazilian business aviation association, which hosts the annual Latin American Business Aviation Convention and Exhibition.

 

“There are new exhibitors this year,” he said, “and also international companies coming for the first time to decide if they’re going to exhibit next year.” About 30 new companies are exhibiting at LABACE 2018.

 

TAM is the Brazil representative for Textron Aviation, including Bell, and training provider FlightSafety International. At LABACE, the TAM display includes a Bell 505 and Textron Aviation’s newest and largest jet, the Citation Longitude, which is making its Brazil debut. Also on the static display are a Citation Latitude, CJ3+, and M2, a King Air 350i and C90GTx, a Grand Caravan, and a Beechcraft Baron. TAM has represented Cessna, Beechcraft, and Textron Aviation for 36 years, Bell for 15 years, and FlightSafety for 14 years. TAM also has FBOs in Belo Horizonte and Manuas, as well as extensive partnerships with other Brazil service providers.

 

“Our business it totally elated at how the economy is performing,” Fiuza said. Brazil is a large market for business aviation, and even when the economy was hurting, it remained an important market. And customers know that service providers like TAM are in for the long haul. “They know when the economy gets better, we’ll still be here,” he said. “Because of that, we have an attractive show.”

 

Fiuza commended the Congonhas Airport’s hospitality and creativity in helping the LABACE team design this year’s new static display, which encircles the exhibit buildings instead of being just a straight lineup of aircraft. Visitors can thus walk around the static display and see all of the 47 aircraft without having to double back. “We didn’t have the whole area [as was the case last year], so we had to be creative,” he said.

 

For TAM, its strongest segments are maintenance and aircraft sales, followed by FBO services. Agricultural customers are doing well and buying aircraft for regional transportation. And Fiuza and the TAM team are looking at new ways of doing business by benchmarking business aviation companies in the U.S. and Europe.

 

One of the products that TAM is considering offering is a new way for charter customers to book trips, for example, per-seat-type offerings that are all the rage in larger markets. “Our culture is more traditional,” he said, “and customers want full control of the aircraft. But it’s a change, and it will happen. We are watching and getting prepared.”

 

As ABAG chairman and leader of TAM, Fiuza is well aware of the “piracy” issue affecting Brazilian business aviation, where non-commercial or non-approved operators try to take business from legitimate charter and maintenance providers. “ANAC [Brazil’s regulator] is helping us a lot,” he said. “Unfair competition is a concern.”

 

FONTE: AINonline by Matt Thurber

ANAC interdita aeronave que operava serviço irregular

Operação ocorreu após denúncia anônima recebida em um dos canais de atendimento ao cidadão.

 

Durante o evento “Brasil mostra Brasil”, realizado no final de semana (28 e 29/07), em João Pessoa, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) interditou helicóptero com registro privado sob suspeita de ser utilizado na oferta de serviço de táxi-aéreo irregular, também conhecido na aviação como TACA – Táxi-Aéreo Clandestino.

 

A operação foi realizada após denúncia anônima recebida pela Agência de que os organizadores do evento estavam ofertando o serviço para os consumidores que realizassem compras acima de R$ 150 no local do evento. Além da interdição da aeronave, o piloto que realizaria os voos panorâmicos teve suas habilitações suspensas cautelarmente. O dono do helicóptero e o piloto prestarão esclarecimentos à ANAC.

 

Para dar seguimento à denúncia recebida, a Agência instaura processo administrativo para apurar os possíveis descumprimentos cometidos às normas de aviação civil. Após a conclusão da investigação, e de acordo com os resultados obtidos, o operador e o piloto da aeronave poderão sofrer sanções administrativas como a cassação da habilitação, no caso do piloto, e do certificado em relação à aeronave.

 

Se necessário, a ocorrência poderá, ainda, ser enviada ao Ministério Público e à Polícia Federal para que sejam tomadas medidas no âmbito criminal.

 

Operações contra TACA

As ações fiscalizatórias da Agência para combater a prática do táxi-aéreo irregular no país foram intensificadas a partir de junho deste ano com a implementação da campanha “Voe seguro, não use táxi-aéreo clandestino”, realizada em conjunto entre a ANAC e o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPA).

 

O objetivo da campanha é conscientizar os usuários sobre os riscos de contratar um serviço irregular de táxi-aéreo, tendo em vista o não cumprimento de uma série de requisitos pelo operador desse tipo de transporte.

 

ANAC na LABACE

Em decorrência dos resultados alcançados, a Agência foi convidada a palestrar na LABACE — maior feira de aviação executiva do país — sobre o trabalho de combate ao transporte aéreo irregular. A ANAC aproveitará a oportunidade para reforçar ao usuário do serviço sobre a importância de se contratar uma empresa devidamente cadastrada para a prestação do serviço de táxi-aéreo. Será a primeira palestra da Agência sobre o tema na LABACE.

 

FONTE: ANAC

Quarta edição da Semana Safety será realizada em Goiânia

Evento ocorrerá entre os dias 21 e 24 de agosto. Inscrições podem ser feitas até dia 15.

 

A quarta edição da Semana Safety será realizada em Goiânia (GO), de 21 a 24 de agosto. O evento, que ocorrerá no Auditório da Faculdade de Tecnologia SENAI Ítalo Bologna (Rua  Armogaste José da Silveira, 612 - St. Centro Oeste), tem como objetivo servir de fórum para debate de assuntos relacionados a safety, auxiliando na promoção da segurança na aviação civil brasileira.

 

A edição de Goiânia será realizada durante quatro dias e contará com palestras e painéis apresentados por representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), dos Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes (SERIPA), do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), da Associação de Pilotos e Proprietários de Aeronaves (AOPA) e da Embraer.

 

O primeiro dia (21/8) tem como público-alvo gestores responsáveis, executivos responsáveis, gestores, gerentes e diretores de segurança operacional, alunos e profissionais de escolas de aviação e aeroclubes e demais profissionais envolvidos com a segurança operacional na aviação geral, agrícola, de serviços aéreos especializados e de Segurança Pública. A programação do dia inclui discussões sobre as melhores práticas de implementação dos Sistemas de Gerenciamento da Segurança Operacional (SGSO) e ocorrências aeronáuticas na região, entre outros.

 

No dia 22, o evento terá como foco Aeronavegabilidade, sendo voltado a operadores 135 e organizações de manutenção. Entre os assuntos que serão abordados estão a apresentação do AEV Eletrônico, de ferramentas especiais e de equivalência, a inclusão em EO e itens de inspeção obrigatória, além de SGSO para todos. O dia 23/8 será dedicado à aviação geral, tendo como público-alvo operadores da aviação geral e operadores de táxi-aéreo. No último dia (24/8), serão abordados temas referentes à infraestrutura aeroportuária, dentre eles, alterações normativas aplicadas, inspeções de segurança e operações aeroportuárias.

 

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 15 de agosto, pelo Portal de Capacitação da ANAC (clique no link para acessar). Os interessados podem se inscrever para os dias e palestras que tiverem interesse.

 

Confira a programação completa da Quarta Semana Safety (clique no link para acessar).

 

Semana Safety

A Semana Safety foi criada com o objetivo de consolidar, em um único evento, as ações voltadas à segurança operacional. A primeira edição do evento foi realizada em Curitiba, entre os dias 22 e 24 de maio, e reuniu mais de 100 participantes. Em junho foi a vez de São Paulo (SP) receber o evento nos dias 20 e 21. A terceira edição da Semana Safety ocorreu em Manaus, de 24 a 26 de julho.

Confira o calendário com as datas e locais das próximas edições*:

 

Agosto: 21 a 24/8 - Porto Alegre

Outubro: 23 e 24/10 - Salvador

Novembro: 27 a 29/11 - Goiânia

 

*Datas sujeitas a alteração

 

Semana Safety - Goiânia

Data: 21, 22, 23 e 24 de agosto de 2018

Horário: das 8h às 17h (de 21 a 23/8) e das 8h às 13h (dia 24/8) – credenciamento a partir das 8h

Local: Auditório da Faculdade de Tecnologia SENAI Ítalo Bologna – Rua  Armogaste José da Silveira, 612 - St. Centro Oeste, Goiânia – GO

Inscrição: até 15/8/2018, pelo Portal de Capacitação da ANAC (clique no link para acessar).

 

FONTE: ANAC

QUANTO CUSTA UM VOO RJ-SP DE JATINHO?

Inspirados em gansos, projetistas de aeronave movida a energia solar planejam voo infinito

A Luminati Aerospace espera voar com quatro aeronaves por tempo indeterminado na estratosfera.

 

O sonho de voo sem consumo de combustível fóssil pode se tornar realidade e baseado em dois conceitos já existentes, energia solar e vórtices em voo. A Luminati Aerospace anunciou que sua aeronave Sustrata, alimentada por energia solar, poderá permanecer na estratosfera infinitamente, por meio de um sistema automático de busca de vórtices.

 

Segundo a empresa, as simulações em computador confirmaram a teoria de um voo perpetuo, que indicaram que uma média de 75% de redução na potência é exigida da aeronave de acompanhamento.

 

A ideia do voo em formação com os vórtices foi inspirada no voo migratório dos gansos. O pássaro que lidera a formação gera os vórtices das pontas das asas que são captados pela ave que fecha a formação, posicionada na parte ascendente da turbulência. Como resultado os gansos que voam atrás do líder necessitam de menos energia a seu ritmo cardíaco é reduzido cerca de 25%.

 

A intenção é que quatro aeronaves voem em formação diamante, aproveitando ao máximo do fenômeno. O ponto de fuga do diamante oferece a oportunidade de captação do dobro da energia ao aproveitar os dois vórtices das pontas das asas da aeronave à frente.

 

Para viabilizar o máximo de tempo em voo, as aeronaves utilizaram energia solar, se beneficiando da maior radiação na estratosfera. A Luminati prevê que a aplicação para o voo perpétuo incluirá a transmissão sinais de Internet para regiões remotas e missões de segurança nacional. No futuro, caso o projeto se confirme, a empresa poderá construir aeronaves maiores para o transporte de equipamentos comerciais para comunicações e cargas úteis para missões de inteligência, vigilância e reconhecimento.

 

FONTE: Aeromagazine por Ernesto Klotzel

Uma década pronta para o voo supersônico

Anos 2020 prometem ser marcado pelo surgimento de novas tecnologias e inovações, com destaque para jatos como o Aerion, que poderá voar acima da velocidade do som.

 

Os anos 2020 vão marcar uma revolução no mundo dos transportes aéreos ao revelar uma série de invenções e inovações na moblidade urbana, doméstica e internacioal. Entre elas, e de longe a mais rápida, está o voo supersônico, caracterizado por jatos como o Aerion Supersonic AS2 Jet.

 

O novo avião, com a participação da Lockheed Martin, é uma máquina esbelta de cabine espaçosa, projetada para voar a Mach 1,4 Mach, bem além da velocidade do som, ou seja, 1.075 mph.

 

Não é a primeira vez que os engenheiros experimentam integrar o voo supersônico ao universo do transporte aéreo comercial.

 

Um dos trunfos tecnológicos é que o AS2 não gerará em terra sobrevoada a Mach 0.95 o incômodo estrondo sônico (sonic boom), permitindo mais uma vez que se sonhe com a redução para 4 horas o voo entre San Francisco e Tóquio e para apenas duas horas a ligação entre Nova York e Londres.

 

No máximo, 12 passageiros poderiam usufruir deste novo nível de comodidade e potencial de negócios. A Aerion pretende colocar seu jato em operação a partir de 2025.

 

FONTE: Aeromagazine por Ernesto Klotzel

GAMA: Bizjets Shipments Flat, Turboprops on Upswing

Business jet deliveries were flat through the first half of 2018, while turboprop shipments jumped nearly 10 percent year-over-year, according to delivery statistics released today by the General Aviation Manufacturers Association.

 

Airframers handed over 296 business jets during the first half of the year, the same total as a year ago, led by Textron Aviation, which handed over 84 Cessna Citations. Business turboprop deliveries, meanwhile, rose from 237 in the first half of 2017 to 260 thus far this year. Piston-powered aircraft deliveries increased by 6.4 percent year-over-year, contributing to an overall 5.3 percent bump in airplane deliveries.

 

On the rotorcraft side, total shipments grew by 6.7 percent year over year, with gains in both the turbine segment (2.1 percent) and the piston-powered segment (19.2 percent). Billings in both the airplane and rotorcraft sectors were down from the first half, reflecting a higher percentage of lower cost aircraft deliveries. Aircraft billings fell 5 percent, to $8.58 billion, while those for rotorcraft dipped 11.6 percent, to $1.66 billion.

 

“Though this quarter’s results are mixed, we are glad to see that demands for training aircraft are driving increase in the piston and rotorcraft segments,” said GAMA president and CEO Pete Bunce. “The Boeing 2018 Pilot and Technician Outlook shows the demand for pilots, technicians, and other aviation industry professionals is at an all-time high."

 

FONTE: AINonline by Curt Epstein / Photo: Textron Aviation

Aston Martin Volante Vision Concept flying car

British luxury sports car maker Aston Martin has revealed the Volante Vision Concept, a luxury concept aircraft with vertical take-off and landing (VTOL) capabilities.

 

Produced in partnership with Cranfield University, Cranfield Aerospace Solutions and Rolls-Royce, the concept aircraft aims to bring luxury personal transportation to the sky. The Volante Vision Concept is a demonstration of Aston Martin’s design capability. With room for three adults, the concept is a near future study that previews a flying autonomous hybrid-electric vehicle for urban and inter-city air travel, providing fast, efficient and congestion free luxurious travel.

 

The Volante Vision Concept will take advantage of the latest advances in aerospace, electrification and autonomous technologies, coupled with Aston Martin’s design.

 

Aston Martin president and CEO Dr Andy Palmer said, “With the population in urban areas continuing to grow, congestion in towns and cities will become increasingly demanding.

 

“We need to look at alternative solutions to reduce congestion, cut pollution and improve mobility.  Air travel will be a crucial part in the future of transportation, the Volante Vision Concept is the ultimate luxury mobility solution.

 

“Humans have always spent on average, one hour commuting to and from work. The distance we live from our workplace has been determined by the methods of transportation available.

 

“The Volante Vision Concept will enable us to travel further with our hourly commute, meaning we are able to live further away from where we work.  Cities will grow, and towns that are today too far away from cities to be commutable will become suburban.”

 

Cranfield Aerospace Solutions (CAeS) CEO Paul Hutton said, “The introduction of autonomous and electric propulsion technologies into new aircraft designs is both inevitable and challenging, and as the UK’s leading aircraft design and production SME we are excited to be playing this key role in the Volante Vision Concept and so to be at the vanguard of this revolution in aerospace.”

 

for video click here.

FONTE: European Pilot

Private jet customers getting younger, says Air Partner

Private jet charter customers are getting younger, with many senior executives in their mid-30s increasingly flying in private jets, according to Air Partner, the global aviation specialists.

 

Air Partner says the trend towards younger travellers chartering private jets is part of a larger move by a new generation of IT and high-tech savvy entrepreneurs in emerging markets taking advantage of the time-saving and efficiency benefits provided by private jets.

 

In the last five years there has been a doubling in the number of corporate jet travellers in their 30s flying on Air Partner’s private jets.

 

There has also been a surge in flights to high-tech destinations such as San Jose, Seattle and Austin in the US and Dublin, Stockholm and Munich in Europe, in addition to the traditional business centres of London, Paris, New York and Berlin.

 

The move coincides with companies seeking increasing flexibility from corporate jet travel, with 70 per cent of businesses booking private jet charters less than a week before they are due to fly.

 

The changing demographic follows the release of Air Partner’s recent financial results which showed private jet charter by senior executives across across a number of markets remains a popular choice among businesses and corporations.

 

Julia Timms, Air Partner’s Chief Marketing Officer, said: “We are pleased to report there is continuing high business confidence in corporate private jet travel, with bookings through Air Partner reporting healthy returns this year across a variety of business sectors.

 

“There is also a growing trend towards highly ambitious and creative young entrepreneurs in their 30s, particularly from IT, high-tech and emerging markets, joining established business travellers to appreciate the unbeatable benefits and flexibility offered by private corporate jets.

 

“Our corporate clients are also increasingly booking private corporate jets later, with 70 per cent arranging flights less than a week before they travel. This reflects the high-pressure environments our clients work in, where saving time and obtaining maximum value are crucial.”

 

Demand for private jet corporate travel is strong across a wide-range of markets, with continuing strong interest from the financial, pharmaceutical, cosmetic and entertainment sectors.

 

The most popular business destinations for business flights taking off from within Europe are:

  • London
  • Paris
  • New York

 

The most popular private jet aircraft booked by corporate clients are:

  • Cessna Citation XLS
  • Cessna CitationJet 2
  • Cessna Citation Sovereign
  • Embraer Legacy 600/650

 

The Air Partner JetCard allows clients to choose from a variety of different jet options including very light, light, midsize, super midsize, large and global cabin private jets or even helicopters and turboprops (under separate arrangements).

 

FONTE: European Pilot

1 - ANAC lança novo modelo de requerimento de licenças e habilitações

Antigo modelo será aceito até o dia 31/10.

 

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) informa que o requerimento padrão de licenças e habilitações, destinado a pilotos, comissários, mecânicos de manutenção aeronáutica, despachantes operacionais de voo, mecânicos de voo, escolas de aviação e aeroclubes, mudou, conforme o Apêndice A da Instrução Suplementar (IS) 00-008, vigente desde o dia 6 de julho de 2018.

 

O novo modelo de requerimento está disponível para impressão no Portal da ANAC, no link http://www.anac.gov.br/assuntos/setor-regulado/profissionais-da-aviacao-civil/habilitacao/arquivos/FORMGPEL.pdf. O modelo antigo de requerimento será aceito até o dia 31 de outubro 2018. Após essa data, os processos de licenças e habilitações abertos com o requerimento antigo serão INDEFERIDOS.

 

FONTE: ANAC

2 - Workshop sobre tecnologias para segurança aeroportuária será realizado na ANAC

O evento é parceria entre Brasil e Estados Unidos.

 

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) sediará, nos dias 1 e 2 de agosto, o “Airport Security Technologies Workshop” (Workshop sobre Tecnologias para Segurança Aeroportuária), organizado pela United States Trade and Development Agency (USTDA), pela ANAC e a Secretaria Nacional de Aviação Civil (SNAC), do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPA), em uma parceria Brasil-Estados Unidos no âmbito da aviação.

 

O objetivo do evento é reunir especialistas dos setores público e privado para discutirem abordagens, tecnologias atuais e expectativas sobre futuros avanços que ajudarão a garantir a segurança dos passageiros e carga contra ameaças. O workshop será realizado das 12h às 19h, no Auditório da sede da ANAC, em Brasília (DF), situado no Setor Comercial Sul (SCS), Quadra 9, Lote C, Edifício Parque Cidade Corporate - Torre A.

 

No workshop serão discutidos os seguintes temas:

  • Segurança aeroportuária no Brasil e nos EUA: agora e no futuro
  • Segurança de perímetro e controle de acesso
  • Rastreio de carga e integração aduaneira
  • Triagem de passageiros
  • Rastreio de bagagem
  • Terminal de segurança e rastreamento de ameaças
  • Integração de sistemas e testes
  • Tecnologias emergentes

 

As vagas são limitadas e os interessados em participar do Workshop sobre Tecnologias para Segurança Aeroportuária deverão efetuar inscrição pelo link Airport-Security-Technologies-Workshop-Registration.

 

WORKSHOP SOBRE TECNOLOGIAS PARA SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA

Data: 1 e 2 de agosto de 2018

Horário: das 9h às 18h (1 de agosto)

                das 9h às 16h45 (2 de agosto)

Local: Auditório da ANAC Sede: Setor Comercial Sul (SCS), Quadra 9, Lote C, Edifício Parque Cidade Corporate - Torre A, em Brasília/DF

Inscrição: Airport-Security-Technologies-Workshop-Registration

 

FONTE: ANAC

Demanda por aviões é alta, mas há gargalo na produção

Companhias aéreas de baixo custo em mercados emergentes e aeroportos secundários são o principal fator de expansão das vendas de aviões. Na semana passada, em uma feira do setor na Inglaterra, quase 1,5 mil aeronaves foram encomendadas, em negócios da ordem de US$ 200 bilhões. Foi o melhor resultado em meia década. A questão agora é saber se os fabbricantes conseguirão entregar - há gargalos na cadeia de produção - e se o ritmo de formação de pilotos vai acompanhar a demanda aquecida por mais aviões.

 

Esses contratos superaram os 1.226 aviões negociados na feira de Paris, em 2017. Representou também aumento de quase 100% sobre os 742 aviões vendidos na edição anterior da feira inglesa, em Farnborough, em 2016. Antes, a melhor feira anual do setor havia sido a de Le Bourget de 2013, quando 1.526 aeronaves foram negociadas.

 

"Haverá turbulência em algum momento, mas por enquanto, os céus estão limpos, os avisos do cinto de segurança estão desligados e estamos navegando a uma altitude confortável", escreveu a consultoria britânica Flightglobal, em relatório divulgado nesta semana. "Apesar do aumento dos pedidos em atraso e de uma cadeia de suprimentos sobrecarregada, a demanda por aeronaves segue forte", apontou a firma.

 

"Pela primeira vez em anos, estamos vendo o crescimento de economias em todas as regiões do mundo", disse o vice-presidente de marketing comercial da Boeing, Randy Tinseth. Ele observou que há expansão do tráfego e os aviões mais antigos da frota global estão envelhecendo e precisam ser trocados.

 

O motor da demanda tem sido as companhias aéreas de baixo custo. Elas responderam por mais de 70% das encomendas feitas. "Na América Latina, em particular, tivemos o prazer de chegar a um acordo com a VivaAerobus para o incremento de 25 A321neos e a troca de 16 A320neo por modelos maiores A321neo na frota. Essas aeronaves adicionais oferecerão à VivaAerobus uma proposta de valor ainda mais forte no México", apontou o vice-presidente de vendas da Airbus América Latina e Caribe, Arturo Barreira, citando a aérea de baixo custo mexicana.

 

As fabricantes de aeronaves revisaram para cima as projeções para a demanda potencial. Durante Farnborough, a Boeing estimou que a demanda mundial por novos aviões vai somar US$ 6,3 trilhões ao longo das próximas duas décadas, quando as companhias aéreas e empresas de leasing vão encomendar 42,7 mil aeronaves. Esses números representam aumento de 4,1% ante a projeção anterior da companhia. A frota global deverá dobrar de tamanho, para 48.540 até 2037, diz a Boeing.

 

No segmento de jatos menores, com até 150 assentos - usados em especial pelas companhias regionais e aéreas de desconto -, a demanda mundial vai atingir 10.550 novas unidades nos próximos 20 anos, previu a Embraer. Esses pedidos somariam em negócios da ordem de US$ 600 bilhões. Um ano atrás, a mesma Embraer havia projetado uma demanda menor em 20 anos, para até 6,4 mil jatos.

 

A Embraer saiu da feira de Farnborough com 300 encomendas, entre pedidos firmes, opções e cartas de intenção compra, em negócios da ordem de US$ 15 bilhões a preço de lista, o que pode elevar a carteira de pedidos (backlog) da empresa em quase 85% sobre os atuais US$ 18 bilhões.

 

Mas para cumprir esses cenários, a empresas terão que contornar gargalos nas cadeias da indústria e das transportadoras. As fabricantes de turbinas Rolls-Royce, Pratt & Whitney e General Electric não estão conseguindo acompanhar o ritmo da produção de jatos.

 

A Airbus, por exemplo, tem mais de 100 unidades prontas, aguardando a chegada dos propulsores. No primeiro semestre, a fabricante europeia entregou 303 aviões, sendo que a meta para o ano é de 800 aviões. O CEO Tom Enders, admitiu na Inglaterra que enfrenta uma "corrida infernal" para cumprir a meta neste ano.

 

Mesmo que resolvido o desafio da indústria, a aviação mundial terá que acelerar o ritmo de formação de pilotos e outros profissionais do transporte aéreo. A Boeing estima que a indústria mundial da aviação comercial vai demandar mais 790 mil pilotos nos próximos 20 anos, segundo o estudo Pilot & Technician Outlook, realizado pela empresa e divulgado essa semana. O diretor-geral da Iata, Alexandre de Juniac, alertou durante o último encontro global da entidade, realizado em junho na Austrália, que a falta de piloto já é um problema em algumas partes do mundo. "Todas as companhias aéreas estão conscientes", disse o executivo.

 

FONTE: Valor Econômico por João José Oliveira

Aéreas brasileiras voltam a transportar 100 milhões de passageiros em 12 meses

A consolidação das estatísticas do transporte aéreo comercial até o mês de junho mostra que a aviação nacional retomou um patamar significativo: a somatória dos clientes transportados desde julho do ano passado supera 100 milhões de pessoas. A observação do intervalo de 12 meses é pertinente para avaliar o momento do setor porque inclui as sazonalidades típicas do mercado (alta e baixa temporada) ao longo de um ano tradicional (janeiro a dezembro). Na conta entram os passageiros pagantes que utilizaram os serviços regulares e não regulares das companhias ABEAR para viagens domésticas e internacionais no período.

 

A importância do número fica nítida ao se analisar a trajetória de crescimento do uso do avião no Brasil nas últimas duas décadas. Na virada do século a aviação nacional atendia menos de 33 milhões de passageiros ao ano. A partir da liberalização tarifária (2001) os bilhetes ficaram mais baratos, a oferta foi expandida e a quantidade de clientes avançou consistentemente até chegar aos 100 milhões em meados de 2014. Depois do ápice de quase 104 milhões de passageiros/ano por volta da metade de 2015, o setor passou a refletir a crise da economia brasileira como um todo. A marca de 100 milhões foi perdida no começo de 2016, sendo somente recuperada agora.

 

Dados do mês

Em relação às estatísticas mensais mais recentes, a demanda1 por viagens aéreas domésticas no Brasil em junho, na comparação com o mesmo mês de 2017, teve crescimento de 5,19%. A oferta2, por sua vez, viu ampliação de 8,20% na mesma base de comparação. Também ante o ano anterior, o alargamento da oferta em ritmo maior do que a procura levou a uma baixa de 2,23 pontos percentuais no fator de aproveitamento3 das operações, que foi a 78,01% em junho recente. Por trás da piora do indicador, que pela segunda vez fica abaixo de 80% em um ano, podem estar ainda reflexos dos momentos finais da greve de caminhoneiros e da pane no sistema de radares do controle de tráfego aéreo de SP, o que afetou as companhias e, por consequência, o atendimento aos consumidores.

 

Foram transportados 7,1 milhões de passageiros nos voos domésticos em junho, alta de 3,66%. Os números da ABEAR são a consolidação das estatísticas das empresas AVIANCA, AZUL, GOL e LATAM e contemplam mais de 99% do mercado doméstico.

 

Participação do mercado4 doméstico em junho de 2018:

  • GOL: 35,93%
  • LATAM: 31,42%
  • AZUL: 18,89%
  • AVIANCA: 13,76%

 

Acumulado do ano

A aviação doméstica registra alta de 4,27% na primeira metade de 2018 em relação ao mesmo intervalo de 2017. A oferta tem expansão semelhante, de 4,31%. O fator de aproveitamento resultante mostra estabilidade, recuando 0,03 ponto percentual em um ano, situado em 80,28%. Foram 44,5 milhões de viagens realizadas até aqui, um crescimento de 3,23% sobre o total de 2017 em igual período.

 

Participação do mercado doméstico no acumulado de 2018:

  • GOL: 35,70%
  • LATAM: 31,95%
  • AZUL: 18,49%
  • AVIANCA: 13,86%

 

MERCADO INTERNACIONAL

As estatísticas das associadas ABEAR abrangem atualmente cerca de 30% das operações aéreas internacionais envolvendo o Brasil. A parcela restante é detida por empresas de bandeira estrangeira.

 

A demanda por transporte aéreo entre o Brasil e o exterior nas associadas ABEAR teve crescimento de 16,63% um junho na comparação com igual mês de 2017. Já a oferta apresentou forte ampliação de 23,77%. A diferença do ritmo das estatísticas foi refletida na piora de 4,90 pontos percentuais do fator de aproveitamento, que recuou para 80,01%. Ao todo foram transportados 656 mil passageiros no mês em voos internacionais, volume 9,99% superior ao do ano passado.

 

Participação do mercado internacional em junho de 2018 (entre as empresas brasileiras):

  • LATAM – 69,86%
  • AZUL – 17,26%
  • AVIANCA – 6,75%
  • GOL – 6,12%

 

Acumulado no ano

Em seis meses as aéreas brasileiras veem alta da demanda internacional da ordem de 15,80%, evolução um pouco inferior à expansão da oferta de 19,35%. O fator de aproveitamento de 82,60% de junho fica 2,54 pontos percentuais abaixo do que se registrava há um ano. Somam pouco mais de 4,5 milhões os passageiros internacionais transportados no semestre pelas aéreas ABEAR (alta de 14,32).

 

Participação do mercado internacional no acumulado de 2018:

LATAM – 68,64%

AZUL – 15,20%

GOL – 9,91%

AVIANCA – 6,25%

 

Cargas5

As estatísticas de carga incluem as operações das associadas AVIANCA, AZUL, GOL, LATAM e LATAM CARGO.

 

Tais empresas transportaram 34,4mil toneladas de carga no mercado doméstico em junho (alta de 21,26% em relação ao mesmo mês do ano anterior) e 21,8 mil toneladas no mercado internacional (alta de 16,61%).

 

No acumulado do primeiro semestre são 184,7 mil toneladas de carga transportadas em rotas domésticas (crescimento de 15,18% ante igual período de 2017) e 139,3mil toneladas transportadas nas rotas internacionais (crescimento de 37,01%).

 

Confira as planilhas completas com as estatísticas na área de Dados e Fatos do site da ABEAR, na seção NÚMEROS DAS COMPANHIAS AÉREAS ASSOCIADAS. Confira também o GLOSSÁRIO com os principais termos utilizados.

 

Glossário

1 Demanda: é medida em RPK (Revenue Passenger Kilometers ou Passageiros-quilômetro pagos transportados): é calculada por voo, pela multiplicação do número de passageiros pagantes (ou seja, excluindo tripulantes, cortesias e gratuidades) pela distância percorrida. Para uma companhia ou para a indústria, é calculado a partir do somatório dos RPKs de todos os voos daquela companhia ou de todas as companhias.

 

2 Oferta: é medida em ASK (Available Seat Kilometers ou Assentos-quilômetro oferecidos): é calculada por voo, pela multiplicação do número de assentos disponíveis pela distância percorrida. Para uma companhia ou para a indústria, é calculado a partir do somatório dos ASKs de todos os voos daquela companhia ou de todas as companhias.

 

3 Fator de Aproveitamento ou LF (Load Factor): diz respeito à relação entre oferta e demanda. É calculado por voo, pela divisão do total de assentos comercializados, independentemente do tipo de tarifa, pelo total de assentos oferecidos. Para uma companhia ou para a indústria, é calculado a partir da divisão do total de RPKs pelo total de ASKs daquela companhia ou de todas as companhias.

 

4 Participação de mercado (ou Market Share): refere-se à parcela da oferta, da demanda ou do número total de passageiros ou quilos de carga transportada detida por uma determinada empresa. Nas estatísticas de passageiros acompanhadas pela ABEAR, é observada pelo viés da demanda. É calculada pela divisão do total de RPKs de uma companhia pelo total de RPKs da indústria. Nas estatísticas de carga, é observada pelo peso. É calculada pela divisão do total de carga transportada por uma companhia pelo total de carga da indústria.

 

5 Carga: os números apresentados correspondem ao total de carga paga transportada por cada empresa nas operações regulares e não regulares (voos extra e fretamentos), mistas (cargas e passageiros) ou exclusivamente cargueiras, na medida em quilos, calculado pelas etapas compostas de voo. Não incluem as bagagens despachadas pelos passageiros.

 

FONTE: ABEAR Associação Brasileira das Empresas Aéreas.

Aerion Expects to Fly the First Supersonic Business Jet by 2023 – AINtv

Aerion says that it’s on track to fly the first AS2 by 2023, and it plans to build five flight test vehicles en route to certification in 2025. It’s recently secured an engine partnership with GE Aviation, and an engineering partnership with Lockheed Martin Skunk Works.

for video click here.

FONTE: AINonline

Showroom em Nova York permitirá escolher detalhes de acabamento em aviões executivos

Bombardier terá novo centro de design em Manhattan.

 

A Bombardier deverá contar com um novo projeto para atender seus potenciais clientes da aviação de negócios. O fabricante vai criar um showroom em Nova York, um dos mais importantes centros financeiros do mundo.

 

A área de 1.400 m² no coração de Manhattan vai apresentar um espaço onde os clientes poderão se reunir com a equipe de designers de interiores da Bombardier para examinar materiais, paletas de cores e outras opções para a customização das aeronaves.

 

Recentemente a empresa canadense lanço u a nova cabine Premier para os modelos de alcance Global 5000 e Global 6000, seguido do assento Nuage, que estará disponível nos novos Global 7500, Global 5500 e Global 6500.

 

FONTE: Aeromagazine por Ernesto Klotzel

NOTÍCIAS MÊS 07/2018

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